Primeiro, o processo.Depois, a tecnologia.
Uma implementação com início, decisões e critérios claros — desde o diagnóstico até à entrada em produção.
ContinuarNão automatizamos confusão.
Antes de construir, é preciso perceber o que inicia o processo, que informação percorre cada etapa, onde existem decisões e como se recupera quando algo falha.
- 01
Diagnóstico
Mapeamos o processo atual, os sistemas, o volume, as exceções e o impacto. Se não fizer sentido automatizar, dizemo-lo aqui.
Saída da fase
Problema e oportunidade definidos
- 02
Desenho da solução
Desenhamos o novo fluxo, os dados necessários, as regras e os momentos em que uma pessoa deve decidir.
Saída da fase
Âmbito, fluxo e critérios acordados
- 03
Implementação
Construímos a solução e ligamo-la às ferramentas que a empresa já utiliza, com registo de atividade e falhas.
Saída da fase
Primeira versão funcional
- 04
Testes e validação
Testamos com situações reais, corrigimos o que está dentro do âmbito e tratamos as exceções previstas.
Saída da fase
Solução validada para produção
- 05
Entrada em produção
Colocamos a solução a funcionar, explicamos como utilizar e mantemos um caminho claro para suporte e melhoria.
Saída da fase
Operação acompanhada
O sistema sabe quando avançar. E quando parar.
- 01Regras
- Os cálculos, condições e decisões objetivas ficam definidos de forma explícita.
- 02Aprovação
- As ações importantes podem ficar pendentes até uma pessoa confirmar.
- 03Exceções
- O que foge ao processo é registado e encaminhado, em vez de desaparecer.
- 04Continuidade
- Monitorizamos a solução para identificar alterações e falhas no funcionamento.
Há um processo a consumir demasiado tempo?
Mostre-nos como funciona. Nós dizemos o que faz sentido automatizar — e o que não faz.
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